quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Mídias digitais e o papel do comunicador


No dia 19 de outubro, nós recebemos na ESPM, o vice-presidente de estratégia da Pontomobi, Michel Lent. A Pontomobi é uma empresa do grupo RBS, especializada em produtos, marketing e advertising para audiências em movimento, principalmente aplicativos para celulares, mídia que vem sendo muito explorada e apresenta grande crescimento. Em sua palestra Lent focou na integração digital e no papel, que nós, futuros comunicadores iremos desempenhar.
Com o passar dos anos, o modo como nós usamos o nosso tempo mudou muito. Hoje em dia a quantidade de informações e maneiras para entretenimento aumentou muito. Antigamente as pessoas tinham que escolher entre jornal, rádio, TV ou um bom livro. Não se tinha muita coisa para fazer. Hoje, com o acesso à internet e novas tecnologias temos várias opções de lazer. Temos computadores, tablets, smartphones, vídeo game, redes sociais, TV a cabo, rádio, mp3. As possibilidades são infinitas. Fora que, a maior parte disso, tem acesso à internet. Hoje temos tudo integrado. Internet não é mais acessada apenas pelo computador de mesa. Você pode acessá-la pelo celular no meio do trânsito.
O que nós vemos no celular é a mesma coisa que vemos na televisão. Não há mais diferença entre eles. Estamos entrando no mundo de telas, qualquer tela em qualquer lugar. O celular e a Web, que há dez anos, eram dois mundos completamente diferentes, hoje estão totalmente integrados. E não são poucas pessoas que tem acesso a isso. No Brasil a banda larga móvel cresce mais do que a fixa. A previsão para 2014 é de 116 milhões de pessoas com acesso à internet móvel. Hoje, temos mais linhas telefônicas do que habitantes. Uma pesquisa feita pela .mob, revelou que 80% dos consumidores de celular tem interesse de trocar o aparelho por um smartphone.
Para Lent, com a integração digital e os avanços tecnológicos, não haverá mais distinção entre as mídias. A nova batalha não será entre produtos, e sim, entre sistemas operacionais. O obstáculo será desenvolver aplicativos para todo tipo de tela e que funcione em vários sistemas.
Isso nos leva a discutir outro assunto que Lent enfatizou em sua palestra, que é a quantidade de informação que existe e que pode ser publicada nos dias de hoje. A tecnologia agora é para todos e todos podem produzir. Ferramentas como o twitter e o youtube mostram que todo indivíduo tem o potencial de ser um publicador. E, ao mesmo tempo que, isso possibilita a publicações de muitas coisas interessantes e com valor, também podemos encontrar muita coisa ruim.


E é aí que, nós como comunicadores, teremos que prestar atenção ao que vamos criar. O fundamental agora não é simplesmente criar e publicar algo, temos que pensar em algo que seja relevante para o consumidor. Com a quantidade de informação que é publicada hoje em dia o tempo do consumidor é seu bem mais precioso. Não adianta simplesmente fazer um aplicativo engraçado. Esse aplicativo tem que ter alguma relevância para o consumidor alvo. Tem que valer o tempo que essa pessoa vai gastar com esse aplicativo. De acordo com Lent, o share of mind, share of market, não são os mais importantes. Agora temos que conquistar o SHARE OF TIME. O que vou fazer que mereça o tempo de alguém.

Concluindo, o que mais nos marcou na palestra de Michel Lent, foi exatamente essa ênfase no que é importante. Como ele disse, pensar apenas na tecnologia é cada vez mais irrelevante. O que é relevante é pensar no produto e principalmente no conteúdo. Essa é nossa verdadeira função como futuros comunicadores.


Carolina Dias
Julia Martinez
Mila Rosas
Renata Nacata
Stephanie Mari







Mídias digitais na atualidade

            A palestra apresentada por Michel Lent, vice-presidente da empresa Ponto Mobi, nos mostrou a evolução dos meios de comunicação, e como as mídias digitais vem ganhando importante espaço nos dias de hoje, espaço que deve aumentar cada vez mais nos próximos anos.
               
Não se pode afirmar que a invenção do telefone celular ou do computador pessoal tenha sido algo irrelevante. Pelo contrário, foram verdadeiras revoluções tecnológicas na época de seu surgimento. Porém, não havia nenhuma relação entre eles. Cada um tinha funções diferentes e bem definidas. No entanto, o que vem ocorrendo recentemente é uma convergência entre estes meios, que estão, de certa forma, caminhando por caminhos semelhantes.Por um lado, vemos o surgimento de computadores portáteis, cada vez menores. Por outro, vemos celulares com funções que vão muito além das ligações telefônicas, já não é possível encontrar celulares que fazem apenas essa função primária. Tudo isso culmina no que vemos hoje: de um lado, notebooks, portáteis e potentes, auxiliados pelo surgimento das redes sem fio. De outro, smartphones, celulares com tela sensível a toque que também acessam a internet, baixam aplicativos, tocam músicas, capturam fotos, enfim, um verdadeiro aparelho multifunções de bolso. E, ligando estes dois meios, aparecem os tablets, com funções semelhantes à smartphones, mas maiores e com mais possibilidades, principalmente de interação, algo que as marcas vem tentando explorar, desde o lançamento do iPad, o primeiro tablet lançado comercialmente.


Ao que tudo indica, a tendência das mídias é, nos próximos anos, traçar este caminho de convergência. Um vídeo apresentado na palestra mostra a vida em uma casa em um futuro próximo. A grande diferença em relação aos dias de hoje é exatamente que as mídias estão completamente integradas. Não haverá mídias separadas, tudo estará integrado, tanto na questão tecnológica como na questão de rotina. A tecnologia no futuro será algo bastante habitual de se usar. Não importa se é uma televisão, uma mesa, um aparelho celular, ou até mesmo uma geladeira, tudo poderá servir como plataforma, sendo capaz de reproduzir um vídeo, receber comandos de toque, baixar aplicativos, etc. Ou seja, chegamos à conclusão que, em pouco tempo, não será a tecnologia o diferencial entre produtos, e sim o número de aplicativos compatíveis a cada um. A tecnologia virará commodity.

Nos dias de hoje, ainda não temos todos os aparelhos equipados com esta tecnologia. No entanto, notebooks, tablets e smartphones já são realidade, e estão crescendo de maneira expressiva no Brasil e no mundo. Com eles, a produção de conteúdo sofreu, nos últimos anos, uma mudança drástica. Antes, a informação era relativamente limitada e escassa, vinda dos meios de comunicação tradicionais.Desde a última década, com a presença da internet, e dentro dela a criação de blogs e redes sociais, podemos dizer que a produção de conteúdo é exaustiva. Qualquer pessoa torna-se um produtor de conteúdo. Não é mais possível ficarmos a par de tudo o que é publicado na internet, a própria idéia de tentar é absurda.


Juntando todas estas informações, podemos entender como funciona a disputa das marcas no mundo das mídias digitais através de duas premissas:

1-      As marcas devem entender que seu público não tem tempo de sobra para interagir com qualquer ação de comunicação ou aplicativo criado. O tempo gasto com essa interação disputa espaço com o tempo de entretenimento que as pessoas têm, e que é limitado. A isso se dá o nome de “Share of Time”, pois as marcas tentam fazer seu público gastar um pouco de seu valioso tempo com elas.

2-      O conceito de concorrência é algo muito mais amplo. Na internet, por exemplo, uma página sobre esportes não concorre apenas com páginas de conteúdo semelhante, mas sim com qualquer página da internet, pois tudo depende do tipo de conteúdo que o internauta deseja acessar. Em um tablet, alguém pode pensar em ler uma revista, mas no final se decidir por gastar seu tempo jogando um jogo. Ou seja, se destaca aquele que criar formas de entretenimento que sejam mais atraentes. A decisão de baixar um aplicativo ocorre com milhares de outros aplicativos à disposição ao mesmo tempo. Apenas os melhores obtêm sucesso.


            As marcas não podem mais se comunicar por interrupção, atrapalhando o consumidor enquanto ele vê um programa na TV ou ouve uma música no carro. Elas têm que prestar serviços e criar ações que engajem as pessoas por essa ação ser relevante para elas, e não apenas porque aparece no intervalo do futebol na TV. Por isso, as marcas estão procurando cada vez mais criar aplicativos para smartphones e tablets, que é uma maneira de prestar uma serviço útil ao consumidor, que pode ser desde mostrar a previsão em tempo real a facilitar as operações bancarias do consumidor, com a marca atrelada a esse serviço, como provedora dele. As marcas que entendem este cenário conseguem se destacar no mundo digital. Daqui a alguns anos, pode ser que esta compreensão se torne essencial para sua sobrevivência, visto que tudo indica que o digital abraçará a comunicação de maneira geral.

CSO6E - Grupo 7
Augusto Antunes
Bruno Takaoka
Raphael Costa
Raphael Valenti
Renato Salles
Santhiago Oliveira


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Angry Birds the New Porn


Já se foi a época em que só havia as opções, radio, TV e leitura como entretenimento  nas horas vagas. Já se foi o tempo da máquina de escrever, da fita cassete, do cd  e da indústria pornô. A internet chegou e juntou tudo isso em um lugar só, e as mudanças não param por ai.

Michel Lent, vice-presidente do grupo Pontomobi, empresa líder em marketing móbile no Brasil, trouxe para as salas da ESPM uma discussão interessante. Segundo ele, a inclusão digital se dará através dos dispositivos móveis. Se você acha que nunca vai conseguir comprar seu Ipad, não tenha pressa, o primeiro celular custava 3,995 dollares;  hoje existe o Iphone e ele custa mais barato que isso. Com a popularização da tecnologia de smartphones, logo essa plataforma que está cada vez mais barata, será acessível a milhões de brasileiros.



Com um tablet ou um celular, as pessoas ficam cada vez mais horas a fio conectadas. Elas estão ligadas nas redes sociais, e publicando conteúdo em locais que antes era impossível, como na rua, no restaurante, no ônibus. É quase como se as pessoas estivessem 24 horas conectadas. Esse conteúdo,  criado pelos UGC, User Generated Content,  já é o principal tipo de conteúdo consumido no mundo, ultrapassando canais de veículos de mídia tradicionais. A tendência é esse numero aumentar ainda mais com a democratização dos dispositivos móveis.

É muita informação sendo produzida. Muito lixo também. Ai que entra outro problema, a relevância. O usuário é bombardeado por milhões de informações inúteis. Há cada vez mais o papel das redes sociais em trazer o que é relevante ou não. Então cabe a nós, como profissionais de comunicação, criar ou atrelar alguma coisa que valha o tempo do consumidor.

SHARE OF TIME, não share of mind, nem share of wallet, pro inferno com o share of heart.  Utilizando as palavras do Lent, o tempo é a coisa mais preciosa que temos hoje. Passou a época em que as únicas coisas para fazer nas horas vagas  era rádio, TV e leitura; hoje além das nossas atividades diárias, temos infinitas formas de entretenimento para serem realizadas em um tempo restrito.

Qualquer informação que você publique, estará concorrendo com outras infinitas. O site de noticias da revista Época concorre com o aplicativo de receitas de cupcakes, músicas dos Strokes, com aplicativo do Instagram e outras formas inimagináveis de entretenimento. A escolha será feita dependendo do que é mais relevante para o usuário no momento.

Segundo Lent, em um futuro não tão distante, a tecnologia será irrelevante. Sim irrelevante, pois elas serão tão parecidas entre si que o que vai começar a diferenciar um smartphone do outro é qual tem mais opções de entretenimento. Não câmeras de 15 megapixes, vídeo conferencia, tela touchscreem, nada disso. Serão os aplicativos que farão a diferença. Qual o celular tem mais entretenimento, qual tem mais aplicativos compatíveis ao sistema operacional.



É ai que entra a produção de conteúdo e a necessidade de ser criativo, criando algo relevante. Um aplicativo idiota e engraçadinha pode te divertir uma  ou duas vezes, mas eventualmente cairá no limbo do teu Iphone. O que as marcas precisam e querem, óbvio, é criar um fenômeno como Angry-birds , ou dando um exemplo relacionado a marca, o Nike +.

Há marcas fazendo coisas criativas por ai, mas ainda a ideia de criar um aplicativo bem estruturada como parte da campanha de marketing de uma empresa, em que ele  funciona como uma plataforma integrada à campanha, e não como outra mídia dizendo a mesma coisa que o comercial de tv.  As mídias em uma campanha devem uma acrescentar a outra, sem dar  muito trabalho para o consumidor.

Moral da história: nunca tivemos tanto material disponível em nossas mãos; temos tecnologia  e informação de sobra, falta só um pouco de criatividade. Fica a dica.



 Marina Borelli Rolim





segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Integração Digital e o que as novas mídias têm a nos oferecer

No dia 19 de Outubro de 2011, a ESPM teve o grande prazer de receber o Vice-presidente de Estratégia da .Mobi, Michel Lent, para uma palestra para a aula do 6ª semestre de Comunicação Social de Abordagens Contemporâneas da Comunicação Mercadológica. Durante a palestra, Lent apresentou o negócio da empresa, mas também focou muito em algo que está crescendo cada vez mais no cenário tecnológico mundial, que é a Integração de Mídias Digitais.



A .Mobi, pertencente ao grupo RBS, é uma empresa que, dentre outras atividades, desenvolve aplicativos para celular, que é uma tecnologia que vem sendo muito explorada nos dias de hoje, impulsionada também pelo surgimento de tecnologias como tablets e pelo crescente interesse de diversas empresas de ingressarem nesse mercado digital. Isso mostra como o meio digital está se tornando atraente para as empresas e começando a roubar a participação das mídias tradicionais, como anúncios impressos, outdoors, malas-diretas, entre outros formatos, que estão começando a se adaptarem às novas tecnologias.
De acordo com análises mercadológicas e estudos realizados, pode-se verificar que os meios digitais continuarão crescendo nos próximos anos; de acordo com previsões, até 2014 haverá 116 milhões de linhas telefônicas no Brasil, o que significa que haverá mais linhas do que habitantes, mostrando que cada vez mais esse tipo de tecnologia penetra na vida das pessoas. Outra tendência que pode ser observada é o constante crescimento do mercado de smartphones, que é uma forma de tecnologia que já mostra indícios de uma integração digital, tendo internet, telefone, instant-messaging, SMS, MMS, TV (em alguns casos), entre outras tecnologias que estão surgindo a todo o momento. Com base nisso, pode-se dizer que o mercado de dispositivos móveis, como o smartphone, acabará se tornando um dos grandes responsáveis pela inclusão digital de muitas pessoas.

Mas isso nem sempre foi assim, no início os telefones celulares, assim como os laptops, eram simples, sem muitas funcionalidades em comparação com o que vemos hoje. No entanto, com o passar dos anos diversas modificações foram sendo realizadas, aposentando fios, aprimorando a internet móvel, melhorando gráficos, desenvolvendo aplicativos, entre muitas outras coisas. Hoje em dia vemos celulares com diversas funcionalidades, laptops de última geração, tablets, novos sistemas operacionais, como o Android e o IOS, entre outros; e ao mesmo tempo podemos observar vários aparelhos sendo deixados de lado, como palmtops, máquinas de fax, bips, e muitos outros, e a tendência é que as tecnologias continuem se desenvolvendo cada vez mais a ponto de daqui a alguns anos os iPhones e iPads possam ser superados por outras tecnologias que ainda nem foram pensadas.

Isso tudo não faz com que apenas as tecnologias “ultrapassadas” sejam deixadas de lado, o mesmo acontece com negócios, como é o caso de lojas de Música, que hoje em dia são muito prejudicadas pela quantidade de músicas gratuitas que uma pessoa pode encontrar na internet de qualquer parte do mundo, seja pelo celular, laptop, tablet ou computador pessoal. O mesmo acontece com outras lojas físicas, que têm suas vendas superadas por lojas online, por exemplo; é tudo digital, todos os meios estão, pouco a pouco, ingressando nesse mundo, o que faz com o físico perca forças e o digital ganhe. O acesso a informações hoje é virtualmente infinito, ao contrário do que era anteriormente, onde a busca por informações era escassa dependendo do conteúdo buscado; hoje, um buscador que nem o Google tem hoje mais artigos do que uma biblioteca e mais músicas do que uma loja de CDs, divididas por categorias, artistas, nome, tornando o acesso mais rápido e fácil para quem quiser, e isso estão presente em todas as tecnologias já citadas.


Esse avanço da tecnologia acabou mudando o hábito das pessoas: ficou mais fácil de estarmos conectados, o acesso à tecnologia se tornou acessível a todos e em toda parte; tornamos-nos tão acostumados a estarmos conectados o tempo todo que não conseguimos mais ficar muito tempo sem acessar a internet, trocar mensagens com os amigos, checar e-mails ou jogar algum jogo. Outro ponto que isso trouxe foi a constante geração de conteúdo pelas pessoas, tendo em vista que as pessoas agora podem falar com quem quiserem, mostrar onde estão e o que estão fazendo. Hoje em dia, pode-se dizer que todo indivíduo conectado é um potencial publicador de conteúdo, desde que este seja relevante dentro do meio em que se encontra. Tendo isso em vista, pode-se dizer que estamos na era do Superávit Cognitivo, ou seja, a soma do tempo disponível das pessoas que não somente consomem conteúdo, como também o produzem; isso quer dizer que estamos cada vez mais conectados a todo tempo, sempre produzindo e consumindo informação, tornando o acesso a ela cada vez mais rápido e fácil, fazendo com que fiquemos tanto tempo presos às tecnologias que não nos resta mais para as outras coisas do dia-a-dia, o que faz com que chegue uma hora em que iremos parar e perceber que 24 horas são muito pouco tempo para se fazer tudo o que precisamos.

Tudo isso acaba fazendo com que o tempo se torne cada vez mais valioso; estamos cada vez mais nos preocupando em fazer tudo o mais rápido possível para aproveitar o tempo que temos, evitando que ele passe sem que percebamos. É necessário controlar o tempo com coisas úteis, saber no que focar no presente para não se prejudicar no futuro. 


Na opinião de Lent existem 5 coisas que todo profissional deve saber para não se prejudicar no futuro:
  1. O digital vai abraçar tudo
  2. Há inúmeras oportunidades em diferentes tipos de negócios e empresas
  3. É necessário cruzar fronteiras
  4. Além das ferramentas e técnicas, todo mundo precisa de uma base conceitual
  5. Nunca se deve parar de se atualizar
Além desses 5 pontos, Lent também montou uma pirâmide de carreira que, de acordo com ele, é um caminho eficiente para os profissionais:
  • Até os 25 anos: força na técnica
  • Entre 25 e 30: alie técnica e conceito
  • Entre 30 e 35: atualize o conceito, aprenda gerenciamento
  • 35 a 40: mantenha-se atualizado em conceito e gerenciamento
  • A partir dos 40: o importante é ser feliz
Tudo isso deve ser levado em conta nos dias de hoje, ainda mais depois de tudo o que foi falado. O profissional moderno está tendo que aprender cada vez mais e está sempre recebendo novas informações a todo o momento, o que torna a vida muito mais corrida e estressante; se o profissional souber administrar seu tempo frente a todas as influências que sofre e gostar do que faz, sua vida será muito mais proveitosa. É como disse Steve Jobs em seu famoso discurso na Universidade de Stanford: “Sempre procure aprender coisas novas e gostar do que você faz, porque no final os pontos vão se unir e vamos entender que tudo o que fizemos no passado valeu a pena para que possamos continuar seguindo em frente”. E a partir disso, poderemos seguir em frente, vendo as novas tecnologias, aprendendo cada vez mais, crescendo pessoal e profissionalmente e sendo feliz com o que fazemos, porque afinal de contas, é isso que realmente importa.


Grupo:
-Lucia Affonso
-Paula Carvalho
-Pietro Coelho
-Thais Giorgi
-Vitória Wust

Social media solutions !

Recebemos no dia 21 de setembro Iván Casas, o CEO mundial da empresa EcMetrics, uma empresa focada em “social media solutions”, ou seja, basicamente uma empresa que estuda a produção, compartilhamento e consumo de mídia social por toda a latino-América e usa esses estudos como insights para campanhas on-line.

Um dos assuntos mais abordados durante a palestra foi a percepção de mídias sociais antes e nos dias de hoje. Foi abordado o quanto esse meio cresce pela a América Latina, onde a penetração já se compara à de países desenvolvidos como Japão e EUA, e como os diferentes segmentos da população interage de forma diferente com as inúmeras redes sociais existentes.

Vendo este constante crescimento nas redes sociais, diversas marcas logo correram para entender como seria possível criar um suporte ao seu marketing dentro de tal meio. Atualmente as redes sociais estão sendo usadas para praticamente todo o tipo de interação de um consumidor com a marca, desde uma simples reclamação direta sobre um produto ou serviço até a compra e customização de produtos a partir de uma análise do perfil de cada consumidor. Pesquisas indicam que 90% dos usuários têm sim interesse em interagir com marcas via redes sociais, já que é percebido que existem pessoas muito mais qualificadas por trás dessas redes do que em outros meios como telemarketing ou inclusive força de vendas.

Existem vários perfis de consumidor, dentre os principais, Casas citou os produtores de conteúdo, que são os primeiros a serem procurados por marcas, por terem credibilidade e um alto alcance dentro do meio, são pessoas formadoras de opinião, que podem difundir sua marca, tanto positiva quanto negativamente.
A partir de tal análise sobre diversos perfis de consumidor, o palestrante chegou à conclusão de que diferentemente de outrora, o consumidor atual possui o poder SOBRE a marca. A marca tornou-se um patrimônio público, que é moldado a partir da percepção dos consumidores e potenciais consumidores(começando pelos produtores de conteúdo), que transformam constantemente as marcas a partir de suas experiências com elas. O perfil de compra por comparação está sendo deixada de lado para dar lugar à compra por recomendação.

Como em tempos primórdios, a comunicação boca-a-boca tornou-se um dos principais fatores no branding de uma marca, e pela característica da internet da multiplicação rápida da informação, uma marca pode ser construída ou completamente destruída em uma questão de dias ou horas.

Entendendo essa necessidade de atender com excelência seus clientes, as marcas utilizam também as redes sociais para crowdsourcing e brainstorms que ajudem em insights sobre novos produtos, melhoras em produtos e em serviços(como no caso do iphone, que foi sugestão de consumidores que levou a Apple a começar o processo de pesquisa e desenvolvimento).

Nesse ponto da palestra, Iván começou a citar como deverá ser em um futuro próximo a relação das pessoas com as redes sociais. Ele disse que todas serão completamente integradas e um usuário poderá entrar em contato direto com qualquer empresa que deseje. Nas palavras do próprio palestrante, “No futuro, as empresas vão migrar todo seu relacionamento com clientes para as redes sociais”. E a partir de então, será necessário parametrizar todas essas redes, consumidores e serviços prestados para que com um monitoramento contínuo seja possível ter noção do resultado dos esforços on line de uma empresa.

Para finalizar, Iván Casas mostrou o processo de criação digital como um ciclo de três fazes contínuas e eternas onde é necessário sempre construir uma estratégia, engajar e por fim monitorar.

Grupo:
-Pedro Hermano
-Luiza Campos
-Márcio Ramos
-Carlos Eduardo Fantoni

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Novas mídias tradicionais?


Um paradoxo da era digital

No dia 28 de setembro de 2011, Fábio Brunelli, diretor de publicidade do departamento de mídia online da FOX Latin American Channel, em palestra aos alunos do 6º semestre de comunicação da Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM – apresentou um lado da empresa desconhecido por muitos dos consumidores: representante de grandes publishers, como Facebook e Linkedin a partir de um add-network, uma rede de publicidade online.
    Com a convergência das mídias, a internet, trendy, passou a ser o meio favorito dos anunciantes para interagir e atingir seus consumidores e, nesse contexto, surge a “Social Media”. Desde o princípio houve uma uma adaptação dos modelos de propaganda offline para o modelo online, realidade distante da ideal, pois o consumo e interação com a mídia offline é muito diferente da online, porém, que vivemos até hoje. Antes, as páginas de revistas, anúncios em jornais eram os mais buscados, agora estes vêm sendo substituídos por banners, squarebanners, e-mail marketing, entre outros tipos de publicidade.
    Em 1994, foi veiculado o 1º banner na internet, inaugurando uma nova era da comunicação com o consumidor. Essa mídia, da AT&T, teve uma taxa de cliques de 78% CTR (click trough rate), isso quer dizer que a cada 100 impressões deste banner, que no mundo digital significa o número de vezes que esse apareceu na tela de um computador, 78 obtiveram cliques dos internautas. Hoje em dia, o retorno para esse tipo de mídia fica em torno dos 0,16%, naquele momento havia o fator novidade, que gerava uma curiosidade forte no consumidor, daí o motivo do índice ser tão elevado. O CTR foi a primeira métrica para essa “modalidade”de mídia, mas, com a evolução da comunicação da internet, esse indicador não é o suficiente para dimensionar o sucesso de um banner, campanha ou site, pois um clique não garante que tenha havido interação entre o internauta e a marca. Além disso, com ele não é possível dimensionar o tempo e o tipo de interação que houve. Há outros índices que melhor traduzem o comportamento do consumidor na internet, como time spent, que calcula o tempo que o internauta gastou no site, além de outras ferramentas que conseguem rastrear as atividades do mesmo.
    Com a popularização dos banners e sua utilização massiva, os anunciantes depararam-se com um novo fenômeno apelidado, em 1998, por Jan Panero Benway e David M. Lane, de Banner Blindness, no qual foi constatado, através de estudos, que as pessoas passaram a ignorar anúncios e mídia na internet. Mas isso quer dizer que a mídia online não funciona? Não, ela ainda gera conhecimento de marca e incentiva sua busca em sites como GOOGLE e YAHOO, portanto gera resultados, principalmente quando a escolha do veículo está totalmente alinhada ao target visando à máxima cobertura e freqüência adequada.
    Com o surgimento das redes e games sociais, houve uma mudança no padrão da comunicação, na publicidade e no modo de consumo da mídia. Antes, havia uma fonte de informação direcionando-se à várias pessoas, hoje, com o compartilhamento ágil da informação, temos muitas fontes comunicando e compartilhando informações com muitas pessoas, ou seja, o “muitos para muitos” . Como todos estão conectados, seja via celular, computador, tablets, etc, pessoas são atingidas por outras pessoas que não conhecem e todas geram e compartilham conteúdo. Devido a isso, as opiniões pessoais passaram a ter, muitas vezes, mais relevância do que as informações corporativas, as pessoas confiam mais em uma indicação do que em uma propaganda, uma vez que as “pessoas confiam em outras pessoas”, quando o endosso vem de uma pessoa conhecida, a probabilidade de interação com a publicidade cresce de 4 à 5 vezes, o que comprova essa afirmação. E é neste contexto que a FOX trabalha dois sites de relacionamento, o Facebook e o Linkedin, nos quais vende publicidade, muitas vezes similares à forma de conteúdo, que são compartilhadas por milhares de pessoas, desta forma ganhando a credibilidade das pessoas.
    Ambos possuem propostas diferentes, a mesma pessoa atua com pesonas diferentes em cada uma deles. O Facebook é uma rede social que simula uma reunião entre amigos, já o Linkedin simula uma reunião de trabalho; porém ambas tem algo em comum: o compartilhamento de informações que gera relevância e credibilidade para as pessoas.
    O Facebook procura criar o máximo de experiência para o usuário, tanto no âmbito de conteúdo quanto no de publicidade, por isso apresenta formatos diferenciados que fogem do padrão da publicidade comum, estas se encaixam dentro da arquitetura da página, como se fossem conteúdo, gerando mais relevância para os usuários e amigos curtirem. Nessa rede o usuário é rei. No Facebook, as pessoas se relacionem com as marcas a nível pessoal, como se estivessem lidando com pessoas, proporcionando uma vivência única. Na rede, as experiências, devido ao compartilhamento, deixam de ser individuais e passam a ser coletivas, o que maximiza as social impressions e a divulgação das informações. Deste modo, em termos de publicidade, existe uma maturidade do segmento em relação ao uso do Facebook e de quão amplo é seu alcance e sua presença, fazendo com que ele consiga competir com grandes portais da internet, como Terra e Uol devido ao seu alto alcance.
    Na FOX, Brunelli ressalta que quando estão trabalhando com alguma campanha de cliente, a estratégia é trabalhar a campanha dentro e fora da rede, para que gere grande visibilidade e as pessoas interajam, gerando grafo social. É muito importante manter sempre o usuário em contato coma rede, pois é lá que acontecerão as grandes ações, devido à possibilidade de compartilhamento de conteúdo.
   A estrutura do Linkedin se assemelha a do Facebook, porém as pessoas são os “produtos vendidos”, por meio do perfil cria-se uma marca profissional, com ele constroem-se vínculos profissionais com potencial para geração de negócios. O Linkedin funciona como uma ferramenta de busca de Recursos Humanos, onde podem conhecer candidatos, seus perfis, históricos, indicações, entre outros. Além disso, traz oportunidades de mídia para o ambiente corporativo, permitindo uma segmentação bastante precisa, o nível de precisão que se pode atingir é o mesmo do que aquele para a busca de profissionais na rede; assim sendo, é usada para atingir o usuário com mídias mais assertivas.
    Outro formato de publicidade que ganhou bastante espaço é aquela inserida nos social games, jogos que acontecem dentro da estrutura da rede social. Neles o grafos social também é determinante, pois atingem um público muito amplo e as interações dentro deles são vistas pela rede. Muitas vezes, os jogos são oferecidos ou patrocinados pelos anunciantes e, desta forma, as marcas interagem com pessoas, associando-se a temas reais dentro de um ambiente lúdico, fazendo com que as marcas impactem as pessoas de uma maneira contextual.
 
    O incremento da importância da mídia nas redes sociais é totalmente justificado pela realidade em que vivemos, com o volume de publicidade a que a sociedade é submetida diariamente é necessário que as empresas encontrem novas maneiras de se comunicar com seu target, e o ambiente que as redes socias trazem acaba sendo muito favorável, uma vez que as marcas interagem em um contexto já conhecido pelo seu consumidor e também são forçadas, ao menos pelo veículo, a preocupar-se com a experiência do usuário, por isso a constatação de Brunelli, que defende que as mídias em redes socias são um caminho sem volta, não poderia estar mais correta e nos leva a questionar o que é a mídia tradicional nos dias de hoje.

Grupo:
João Henrique Valentim
Maria Claudia Coelho
Natalia França
Renata Novaes

Social Media Advertising

Depois de ultrapassar os 70 milhões de usuários, número que avança a passos largos, a internet no Brasil está cada vez mais acessível e inclusiva: o maior crescimento se deve a classe C. Com isso, a tão conhecida plataforma virtual e suas mídias sociais se tornaram um grande ambiente para observação de comportamentos, sentimentos e relacionamentos com as marcas.

O facebook tem se fortalecido no Brasil e desenvolvedores, agências de publicidade, empresas e até ativistas utilizam os aplicativos sociais para fins de comunicação e negócios. As informações se tornam mais facilmente acessíveis devido a sensibilidade em tempo real daquilo que acontece.
Censo digital realizado pela ABRADI já mostra: o número de agências digitais cresce, assim como a atuação em mídias sociais.
Com a profissionalização, evolução do ensino e o aparecimento de cargos específicos para mídias sociais em empresas comuns, o amadurecimento da área dará passos maiores neste ano. O avanço da tecnologia e o lançamento de melhores smartphones facilitaram a possibilidade das pessoas de se conectar e ser um autor e receptor de conteúdo em tempo real, independente do local onde estiver. A grande sacada é que além de gerar conteúdo os usuários podem compartilha-lo com usuários já conhecidos ou não, criando redes de relacionamento que se estendem desde o entretenimento ao mundo dos negócios. Fruto das mídias sociais mobile, disseminação dos netbooks, conexões wi-fi gratuitas e novos dispositivos de geolocalização, haverá cada vez mais comunicação, mobilização e trocas entre pessoas e principalmente marcas.
A utilização dos APPs dos sites permitem cada vez mais que ações de comunicação solicitem aos usuários parte de seus dados, já inseridos nas mídias sociais. Como aconteceu com várias campanhas em 2011, o próximo ano trará ainda mais utilização dos dados para campanhas mais envolventes e personalizadas.
Em relação ao marketing, é possível usar redes sociais para promover marcas, produtos e serviços. Seja compartilhando um conteúdo relevante para seu target ou através de ações especificas voltadas para esse tipo de mídia.

De qualquer forma, o marketing em redes sociais já é fato, e o que é necessário agora é checar quais são as melhores práticas, métodos e processos para potencializar este poder. A questão é que mensurar este tipo de interação é algo bastante complexo, já que as dinâmicas das redes sociais são diversas e nem sempre totalmente visíveis sob a fria ótica dos números.



O que se pode entender, é que, diferentemente dos paradigmas existentes há alguns anos à respeito das mídias sociais, as redes conhecidas no campo virtual são vistas como fortes ferramentas para auxiliar empresas, e armas eficazes que conseguem suprir as necessidades atuais de marcas que optaram por se aproximar mais de seus seguidores, utilizando estratégias simples mas que acabaram atraindo aquelas pessoas que já simpatizavam com a marca
mas somente nessas circunstâncias vê a oportunidade de expressar o que pensa sobre determinado marca ou produto. Algo que daqui em diante tende a aquecer mais o grande universo dessas redes e, consequentemente, serem utilizadas para interesses corporativos ou até mesmo políticos.

Integrantes:

Beatriz Cattell

Bruno Henrique Infanger

Jéssica Pazos

Victor Chiovetto

CSO6E

Mídia Online, Social e Games

Na última quarta-feira, 28 de setembro, recebemos Fábio Brunelli, diretor de mídia online da Fox, para uma palestra sobre mídia online, social e games. Antes de falar sobre a palestra em si, é importante esclarecer que a Fox é uma rede de publicidade online. Ela representa publishers como o LinkedIn, o Slideshare, entre outros.


Fábio Brunelli

Brunelli explicou que no começo da comunicação online houve a adaptação do modelo off para o modelo on. Em 1994, a primeira campanha online foi veiculada. O primeiro banner era da AT&T, grande companhia de telecomunicações. O CTR, que representa a taxa de cliques dividida pelo número de impressões da peça, desse banner foi de 78%, número muito elevado. Hoje, as taxas de CTR são baixíssimas.

Por falar em CTR, Brunelli afirmou que essa métrica, que é tida ou já foi tida como “sagrada” por algumas agências e empresas, é pobre, pois o que se mede ali é o número de cliques, sendo que o que realmente importa é o pós-clique, ou seja, se a pessoa foi direcionada para o site, se ela passou um tempo considerável no site navegando e absorvendo conteúdo, se isso fez com que ela preenchesse um cadastro, entre outros exemplos. A pessoa pode ter clicado sem querer, clicado por engano, por isso que o CTR não diz muito sobre o sucesso ou fracasso de um banner, por exemplo. É necessário perceber qual foi o engajamento, pois é nessa parte que está o valor da ação e seu sucesso ou fracasso.

Após falar sobre CTR, o “banner blindness” foi o assunto discutido. Brunelli mostrou um estudo feito por meio de eye tracking, ou seja, diversas pessoas navegaram por páginas da internet com óculos especiais que mostravam as áreas nas quais a pessoa passou mais tempo olhando. O estudo mostrou que as áreas onde havia mídia e propaganda nem foram percebidas e olhadas pelas pessoas, ou seja, a mídia virou paisagem dentro do site, passando despercebida.

Porém, estudos após esse mostraram que banners podem ser eficientes e geram resultado sim, mesmo quando o número de cliques é baixo. Cobertura e freqüência são fatores que ainda funcionam e precisam de atenção especial no momento de elaboração do plano de mídia. Atingir o máximo do seu target com freqüência alta é eficaz, mas é necessário também pensar como ir além disso.

Sobre mídias sociais e games, Brunelli explicou que saímos da época em que o conceito “de um para muitos” valia. Agora, tudo o que é divido e compartilhado é “de muitos para muitos”, e aquilo que for compartilhado positivamente ou negativamente por conhecidos (amigos, família) nas redes sociais tem um peso grande para cada um de nós, pois pessoas acreditam em pessoas.

As principais redes sociais com as quais a Fox trabalha hoje são o Facebook e o LinkedIn. No Facebook, há assuntos diversos sem um objetivo direto. Nele, todos mostram sua identidade, suas conexões e dividem suas experiências por vídeos, fotos, notícias, entre outras formas. Lá estão presentes seus amigos, sua família, colegas de trabalho e as marcas que você gosta. Você se relaciona com as marcas em um nível pessoal e com um tom de informalidade. No Facebook, a mídia tem cara de conteúdo.


Grande Mark!

Existe até o que é chamado de “Facebook impression”, ou seja, a experiência não é individual e pode ser replicada. Uma impressão típica é aquela na qual você é impactado por uma peça e só, por exemplo, um banner em algum site. Porém, a chance de você algo que seu amigo curtiu e compartilhou é cinco vezes maior do que as probabilidades normais de você ver, por exemplo, um anúncio legal na internet. A estratégia de atuação dentro dessa rede, portanto, deve-se concentrar em fazer algo e divulgar tanto fora como dentro da rede na intenção de que as pessoas interajam com aquilo e repliquem para mais pessoas.

Já no LinkeIn, a abordagem é séria. Ali, você cria sua marca profissional, mostrando onde você estudou, trabalhou, se tem recomendações de profissionais que já trabalharam com você. É possível construir links profissionais e colher informações sobre as pessoas. Há a identidade de alguém, que tem autenticidade e reputação, e é possível acessar aquilo. Não adianta tentar construir um perfil baseado em mentiras e informações falsas, pois o LinkedIn já se tornou até umas ferramenta de busca do RH, que ganha poder de segmentação.


Página de Fábio Brunelli no LinkedIn

Dentro do LinkedIn há também a parte de páginas de empresas, que podem falar ali sobre produtos, oportunidades de emprego e carreia. Porém, a abordagem aqui é bem diferente da abordagem descontraída e informal usadas pelas marcas dentro do Facebook.

Sobre social games, Brunelli usou o ECOCITY como exemplo. O ECOCITY é um game presente no Facebook que tem chancela do National Geographic Channel. Ele explicou que a decisão de pensar e desenvolver o game veio depois de alguns fatores serem percebidos:

1- Seria possível associas temas e conceitos reais com uma atividade lúdica. Assim, o tema atingiria as pessoas mais facilmente e de forma natural.

2- Outra possibilidade é a de atingir um público amplo no quesito faixa etária.

3- É divertido e envolvente.

4- As pessoas acabam disseminando a informação, gerando a curiosidade dos que são impactados pelo compartilhamento.

5- É fácil fazer com que a pessoa interaja com a marca dentro do conceito do game.


O logo do Ecocity

No caso do ECOCITY, o conceito real que se associa com a atividade lúdica é a sustentabilidade. No jogo, deve-se transformar uma cidade caótica em uma cidade sustentável, exigindo do jogador pensar em diversas variáveis, como reciclagem, melhorias no trânsito, limpeza, entre outras.

A palestra foi enxuta e demonstrou que é necessário envolver e engajar as pessoas com mídia online. Ater-se em variáveis que apenas demonstram quantas vezes seu banner recebeu cliques é muito vago e arriscado. É necessário entender o que aconteceu depois do clique, assim como é necessário estar em contato com o público nas redes sociais e fazer com que esta público replique impressões positivas da sua marca, pois o peso de alguém compartilhar opiniões positivas sobre a marca é alto e pode trazer resultados que muitos esforços e investimentos em mídia não trazem.

Hoje, a experiência é o foco principal.

Grupo:
Bruno Capozzi Goldstein
Gustavo Knoll Giacometo
Thais de Freitas Fernandes
CSO 6A